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Como identificar o estrabismo?

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Ao todo, seis músculos controlam o movimento dos nossos olhos. Para termos um olhar retilíneo, é preciso que essas estruturas trabalhem de forma harmoniosa. Esses músculos oculares, por sua vez, são controlados pelo cérebro, através de impulsos nervosos. O estrabismo, portanto, se trata de um certo desequilíbrio nos músculos oculares, o que faz com que os olhos não fiquem perfeitamente paralelos entre si.
De forma geral, existem três tipos de estrabismo: o olho afetado pode estar desviado em direção ao nariz (estrabismo convergente), para o lado (estrabismo divergente), para cima ou para baixo (estrabismo vertical). Também pode haver uma mistura entre essas espécies de desvio ocular.
O primeiro sinal para identificar o estrabismo é o fato dos olhos não terem a capacidade de ficarem em paralelo. Geralmente, ele se manifesta já no início da vida, mas pode também apresentar seus primeiros sinais um pouco mais tarde, ainda na infância. Antes dos quatro meses de idade, é comum que o bebê apresente um pequeno desvio ocular. Entretanto, caso isso se repita após essa idade, um oftalmologista deve ser consultado. Devido a doenças como a diabetes ou de origem neurológica, os adultos também podem adquirir o estrabismo como consequência.
Para o paciente, o primeiro sintoma sentido é a visão dupla. O médico deve ser procurado imediatamente em caso de suspeita de estrabismo, pois as possibilidades de cura pioram rapidamente, uma vez que as células cerebrais atrofiadas tem menor possibilidade de serem recuperadas.
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